36 sempre foi um número representativo em minha vida. Alguns
sonhos e pensamentos da infância me levavam a um significado claro e objetivo.
Significava o fim.
Hoje, talvez, eu entenda o porquê. Mas, para crer nisso,
teria de aceitar as teorias sobre destino, premonição e mediunidade. Não sei se
devo.
Fato é, preciso, dia-a-dia, insistentemente e incansavelmente
fazer com o que esse número passe a ser quantidade, não fim.
Estou encorajado e acredito que possa encontrar felicidade
no abismo de culpa que ronda os meus dias. Eu só quero que a culpa não me cubra
de terra antes que eu possa vencer a primeira barreira dessa saga que terá início
em breve. Este será o maior obstáculo que encontrarei nesta vida!
Hei de conhecer todas as minhas forças e fraquezas,
independente do que elas revelem sobre mim, não ficarei estendido aos prantos.
Vou brindar a vida em cada segundo com a mesma intensidade que sempre fiz.
Nenhum comentário:
Postar um comentário