sábado, 16 de fevereiro de 2013

36



36 sempre foi um número representativo em minha vida. Alguns sonhos e pensamentos da infância me levavam a um significado claro e objetivo. Significava o fim.
Hoje, talvez, eu entenda o porquê. Mas, para crer nisso, teria de aceitar as teorias sobre destino, premonição e mediunidade. Não sei se devo.
Fato é, preciso, dia-a-dia, insistentemente e incansavelmente fazer com o que esse número passe a ser quantidade, não fim.
Estou encorajado e acredito que possa encontrar felicidade no abismo de culpa que ronda os meus dias. Eu só quero que a culpa não me cubra de terra antes que eu possa vencer a primeira barreira dessa saga que terá início em breve. Este será o maior obstáculo que encontrarei nesta vida!
Hei de conhecer todas as minhas forças e fraquezas, independente do que elas revelem sobre mim, não ficarei estendido aos prantos. Vou brindar a vida em cada segundo com a mesma intensidade que sempre fiz.

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