Entre minhas novas indagações e indignações, a liberdade é o foco. Cada palavra, principalmente as bem ditas, tornam-se alvo de espanto e passam a respaldar uma teoria da conspiração insana sobre o porquê disso ou daquilo. Eu falo sobre escolhas, ou sobre como perdemos a capacidade, dia-a-dia, de fazê-las por conta própria.
Desisti de qualquer assistência, de qualquer entendimento; dispenso opiniões e, desesperadamente, questionamentos. Não posso mudar o mundo das pessoas, mas hei de tornar o meu mais brando à essas inquietações que me assolam. Talvez não seja sentido o foco de minha busca. Talvez seja apenas serenidade.

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