quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Review

Baqueei. Acho que só faço escrever aqui quando estou no fim.
Nesses quinze dias de ausência, tantos foram os acontecimentos, alguns bons, mas indubitavelmente eu não gosto de dividir meus bons fluídos; egoísmo daquele que nada tem para dividir.

Há pouco, cá com os meus botões, estava a refletir minhas mutações.
Um desleixo levado pela audácia, sucumbiu-me. Essa vida é tão irônica que me faz rir de tragédias, cousa esta que não nego, talvez eu goste de ironias, tal qual nunca vontade é bastante para mudar.
Se hoje eu explano abatimento, exaspero dissimuladamente qualquer reação.
Quem é capaz de conviver com instabilidade? Quem é capaz de viver num corpo, numa mente, numa vida, fora da sua? Aliás, de quem é este corpo que habito? Eis a pergunta de um milhão de dólares.

Antes que me condene, devo dizer que estou prestes a assumir à irresponsável responsabilidade de ser adulto.
Vivo um platonismo de verão, ainda que primavera. Espero que não chateie, estou intrigado, quero instigar e curiar, como uma criança que engatinha, mas por minha própria incapacidade, eminente, tudo é demais para mim, não sei onde vamos, ou até onde poderei, a vista que uma barreira, intransponível, permita instalar-se em meu caminho.
É difícil falar de amor quando ainda não te cures de um rancor presente Por que, então, insistir? Faz-me bem pensar apenas que estou dando-lhe o que, reciprocamente, me dás.


Acho que as relevâncias acabam por aqui; Até!

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