Eu também sou cultura! Abaixo, uma pequena "coletânea" de frases e pensamentos escritos por mim, abertas à diversas interpretações :)
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Eu sabia que não deveria esperar.
De novo, mais uma vez; foi-se.
Nascerá um novo dia, os pássaros me acordarão
E aquela vida, longe e sorrateira, estará bem perto, oferecendo a mim o primeiro brinde!
"
Enquanto as folhas caíam, eu aprendia a voar
Era necessário fugir, correr riscos
Eu ia além do azul daquele oceano, descobri que era um lago
Ganhei o mundo, mas, aos poucos, perdi
Não posso esquecer, não posso falar
Mas ainda tenho tempo para reencontrar todos aqueles sonhos de criança,
Que em qualquer mundo eu abandonei,
sábado, 26 de novembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Capitu
Adquiriu-me a síndrome de Brás Cubas, aquele que suas próprias memórias póstumas o consumiu. Sinto-me Capitu, julgada por sua doce e esperançosa dissimulação, ambígua.
Orgulha-me a ingenuidade de minha vivência, desonra-me mágoas que acompanham cada passo do horizonte.
A mais marcante descrição que me fora feita foi: és garoto que, independente do interno, fazia do externo uma interminável alegria, fonte de riso, és sincero com a vida; contraste. Contraste porque devo confesar, fazia-me preocupado em transmitir firmeza e estabilidade, tanto que esquecia de mantê-las em mim.
Aprendi que a superioridade que tanto exaspero aos ventos é o caminho indubitável e de consumação da falha, o fracasso.
O legado de minha miséria é este: tão rico como as flores dos campos onde escrevo estes textos, sem o pudor de fazê-los compreensíveis, com a ousadia de fazê-lo livre.
Orgulha-me a ingenuidade de minha vivência, desonra-me mágoas que acompanham cada passo do horizonte.
A mais marcante descrição que me fora feita foi: és garoto que, independente do interno, fazia do externo uma interminável alegria, fonte de riso, és sincero com a vida; contraste. Contraste porque devo confesar, fazia-me preocupado em transmitir firmeza e estabilidade, tanto que esquecia de mantê-las em mim.
Aprendi que a superioridade que tanto exaspero aos ventos é o caminho indubitável e de consumação da falha, o fracasso.
O legado de minha miséria é este: tão rico como as flores dos campos onde escrevo estes textos, sem o pudor de fazê-los compreensíveis, com a ousadia de fazê-lo livre.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Côncavo
Jaz o amor, fortaleza
Da latitude perdida, encontro
Dos versos que compunha, desabafo
De vida, incoerência
Ainda que não possa controlar,
Descobri o quão é encarar
Ilusão é bohemia,
De ti, apenas um coração-bijouteria
Cá estou em chamas,
Cá estou em alternâncias
Dessa viva só quero levar
A água... a água que te reflete e titubeia te apagar.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Review
Baqueei. Acho que só faço escrever aqui quando estou no fim.
Nesses quinze dias de ausência, tantos foram os acontecimentos, alguns bons, mas indubitavelmente eu não gosto de dividir meus bons fluídos; egoísmo daquele que nada tem para dividir.
Há pouco, cá com os meus botões, estava a refletir minhas mutações.
Um desleixo levado pela audácia, sucumbiu-me. Essa vida é tão irônica que me faz rir de tragédias, cousa esta que não nego, talvez eu goste de ironias, tal qual nunca vontade é bastante para mudar.
Se hoje eu explano abatimento, exaspero dissimuladamente qualquer reação.
Quem é capaz de conviver com instabilidade? Quem é capaz de viver num corpo, numa mente, numa vida, fora da sua? Aliás, de quem é este corpo que habito? Eis a pergunta de um milhão de dólares.
Antes que me condene, devo dizer que estou prestes a assumir à irresponsável responsabilidade de ser adulto.
Vivo um platonismo de verão, ainda que primavera. Espero que não chateie, estou intrigado, quero instigar e curiar, como uma criança que engatinha, mas por minha própria incapacidade, eminente, tudo é demais para mim, não sei onde vamos, ou até onde poderei, a vista que uma barreira, intransponível, permita instalar-se em meu caminho.
É difícil falar de amor quando ainda não te cures de um rancor presente Por que, então, insistir? Faz-me bem pensar apenas que estou dando-lhe o que, reciprocamente, me dás.
Acho que as relevâncias acabam por aqui; Até!
Nesses quinze dias de ausência, tantos foram os acontecimentos, alguns bons, mas indubitavelmente eu não gosto de dividir meus bons fluídos; egoísmo daquele que nada tem para dividir.
Há pouco, cá com os meus botões, estava a refletir minhas mutações.
Um desleixo levado pela audácia, sucumbiu-me. Essa vida é tão irônica que me faz rir de tragédias, cousa esta que não nego, talvez eu goste de ironias, tal qual nunca vontade é bastante para mudar.
Se hoje eu explano abatimento, exaspero dissimuladamente qualquer reação.
Quem é capaz de conviver com instabilidade? Quem é capaz de viver num corpo, numa mente, numa vida, fora da sua? Aliás, de quem é este corpo que habito? Eis a pergunta de um milhão de dólares.
Antes que me condene, devo dizer que estou prestes a assumir à irresponsável responsabilidade de ser adulto.
Vivo um platonismo de verão, ainda que primavera. Espero que não chateie, estou intrigado, quero instigar e curiar, como uma criança que engatinha, mas por minha própria incapacidade, eminente, tudo é demais para mim, não sei onde vamos, ou até onde poderei, a vista que uma barreira, intransponível, permita instalar-se em meu caminho.
É difícil falar de amor quando ainda não te cures de um rancor presente Por que, então, insistir? Faz-me bem pensar apenas que estou dando-lhe o que, reciprocamente, me dás.
Acho que as relevâncias acabam por aqui; Até!
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