sábado, 26 de novembro de 2011

Frases

Eu também sou cultura! Abaixo, uma pequena "coletânea" de frases e pensamentos escritos por mim, abertas à diversas interpretações :)


"Essas ironias que molduram os meus sonhos são como os pássaros que voam sem destino, mas procurando sempre um motivo; talvez o amor também seja assim!"; sábado, 26/11/2011.

"Foi essa solidão interminável e dolorosa que me deu coragem para resistir aos erros cujo destino me submete; venci, mais que a mim."; quinta-feira, 24/11/2011.


"Doce e ingênua dissimulação, adquiriu-me ao horizonte, ironizando os passos que nos unia..."; quarta-feira, 23/11/2011.


"Não há latifúndio que resista ao imperecível homem de máscara branca."; 18/11/2011.


"Eu sabia que não deveria esperar.
De novo, mais uma vez; foi-se.
Nascerá um novo dia, os pássaros me acordarão
E aquela vida, longe e sorrateira, estará bem perto, oferecendo a mim o primeiro brinde! 

Au revoir!"; 02/11/2011


"A maneira do querer é a impossibilidade do obter."; 01/11/2011.


"Encontrei uma elegante maneira de ser covarde."; 27/10/2011.


"Abstinência de controle mental; enlouqueci."; 25/10/2011.


"A noite é uma possibilidade repleta de limitações."; 21/10/2011.


"Arquitetar minhas memórias póstumas será meu sol de verão nesta primavera."; 21/10/2011.


"Uma contação de histórias eleva a alma, faz descobrir o lindo interior que brotou de um distúrbio. Quem abre feridas não tem a mínima responsabilidade em anestesiá-la, mas o olhar esperançoso da criança que há em si, ah, essa sim, pode curar qualquer mal."; 19/10/2011.


"Toda escolha vai além do querer."; 18/10/2011.


"A renúncia é a certeza de que estou ocupando um lugar que não é meu."; 17/10/2011.


"Segredos alem-mar. O horizonte revela doces confrontos de um intrigante amor de primavera."; 16/10/2011.


"Enquanto as folhas caíam, eu aprendia a voar
Era necessário fugir, correr riscos
Eu ia além do azul daquele oceano, descobri que era um lago
Ganhei o mundo, mas, aos poucos, perdi
Não posso esquecer, não posso falar
Mas ainda tenho tempo para reencontrar todos aqueles sonhos de criança,
Que em qualquer mundo eu abandonei, 
Um mundo que não me abandonará jamais."; 11/10/2011.


"Uma vírgula mal colocada e as percepções inimagináveis dizem "olá". Assim caminha a humanidade..."; 09/10/2011.


"Esperança... ruim é depender de você, feliz é reinventar-me em você, só não posso viver por você..."; 08/10/2011.


"Ninguém pode apagar um fato, mas eu vou me apagar eternamente de todas as memórias que me levaram a este."; 06/10/2011.


"Persiste. A vida também, ainda."; 06/10/2011.


"Os fantasmas estão indo, dando lugar à talante de uma vida que ainda não começou..."; 02/10/2011.






Me surpreendi... não achei que eu "filosofasse" tanto! Por descuido só consegui recuperar estes, que venham as próximas explosões de sentimentos! Happy Night Saturday :)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Capitu

Adquiriu-me a síndrome de Brás Cubas, aquele que suas próprias memórias póstumas o consumiu. Sinto-me Capitu, julgada por sua doce e esperançosa dissimulação, ambígua.
Orgulha-me a ingenuidade de minha vivência, desonra-me mágoas que acompanham cada passo do horizonte.

A mais marcante descrição que me fora feita foi: és garoto que, independente do interno, fazia do externo uma interminável alegria, fonte de riso, és sincero com a vida; contraste. Contraste porque devo confesar, fazia-me preocupado em transmitir firmeza e estabilidade, tanto que esquecia de mantê-las em mim.
Aprendi que a superioridade que tanto exaspero aos ventos é o caminho indubitável e de consumação da falha, o fracasso.

O legado de minha miséria é este: tão rico como as flores dos campos onde escrevo estes textos, sem o pudor de fazê-los compreensíveis, com a ousadia de fazê-lo livre.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Côncavo

Jaz o amor, fortaleza
Da latitude perdida, encontro
Dos versos que compunha, desabafo
De vida, incoerência

Ainda que não possa controlar,
Descobri o quão é encarar
Ilusão é bohemia,
De ti, apenas um coração-bijouteria

Cá estou em chamas,
Cá estou em alternâncias
Dessa viva só quero levar
A água... a água que te reflete e titubeia te apagar.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Review

Baqueei. Acho que só faço escrever aqui quando estou no fim.
Nesses quinze dias de ausência, tantos foram os acontecimentos, alguns bons, mas indubitavelmente eu não gosto de dividir meus bons fluídos; egoísmo daquele que nada tem para dividir.

Há pouco, cá com os meus botões, estava a refletir minhas mutações.
Um desleixo levado pela audácia, sucumbiu-me. Essa vida é tão irônica que me faz rir de tragédias, cousa esta que não nego, talvez eu goste de ironias, tal qual nunca vontade é bastante para mudar.
Se hoje eu explano abatimento, exaspero dissimuladamente qualquer reação.
Quem é capaz de conviver com instabilidade? Quem é capaz de viver num corpo, numa mente, numa vida, fora da sua? Aliás, de quem é este corpo que habito? Eis a pergunta de um milhão de dólares.

Antes que me condene, devo dizer que estou prestes a assumir à irresponsável responsabilidade de ser adulto.
Vivo um platonismo de verão, ainda que primavera. Espero que não chateie, estou intrigado, quero instigar e curiar, como uma criança que engatinha, mas por minha própria incapacidade, eminente, tudo é demais para mim, não sei onde vamos, ou até onde poderei, a vista que uma barreira, intransponível, permita instalar-se em meu caminho.
É difícil falar de amor quando ainda não te cures de um rancor presente Por que, então, insistir? Faz-me bem pensar apenas que estou dando-lhe o que, reciprocamente, me dás.


Acho que as relevâncias acabam por aqui; Até!