2011 vai se despedindo, dando lugar ao polêmico 2012, ano de apostas...
Sinto que 2011 ainda está abrindo alas, muita coisa há de acontecer até o adeus.
Incrível como as coisas acontecem comigo, e como não acontecem. Consigo morrer no marasmo e uma fatia de horas depois, estou morrendo na agitação desvairada. Talvez seja essa a minha (falta de) vontade de escrever; não consigo descrever tanto comprometendo-me com detalhes.
O que consigo explanar, em poucas palavras, é que ainda tenho alma, e ela paira neste plano encantada com o de sempre. Te amo. Diferente, mas te amo.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
Frases
Eu também sou cultura! Abaixo, uma pequena "coletânea" de frases e pensamentos escritos por mim, abertas à diversas interpretações :)
"Essas ironias que molduram os meus sonhos são como os pássaros que voam sem destino, mas procurando sempre um motivo; talvez o amor também seja assim!"; sábado, 26/11/2011.
"Foi essa solidão interminável e dolorosa que me deu coragem para resistir aos erros cujo destino me submete; venci, mais que a mim."; quinta-feira, 24/11/2011.
"Doce e ingênua dissimulação, adquiriu-me ao horizonte, ironizando os passos que nos unia..."; quarta-feira, 23/11/2011.
"Não há latifúndio que resista ao imperecível homem de máscara branca."; 18/11/2011.
"Eu sabia que não deveria esperar.
De novo, mais uma vez; foi-se.
Nascerá um novo dia, os pássaros me acordarão
E aquela vida, longe e sorrateira, estará bem perto, oferecendo a mim o primeiro brinde!
Au revoir!"; 02/11/2011
"A maneira do querer é a impossibilidade do obter."; 01/11/2011.
"Encontrei uma elegante maneira de ser covarde."; 27/10/2011.
"Abstinência de controle mental; enlouqueci."; 25/10/2011.
"A noite é uma possibilidade repleta de limitações."; 21/10/2011.
"Arquitetar minhas memórias póstumas será meu sol de verão nesta primavera."; 21/10/2011.
"Uma contação de histórias eleva a alma, faz descobrir o lindo interior que brotou de um distúrbio. Quem abre feridas não tem a mínima responsabilidade em anestesiá-la, mas o olhar esperançoso da criança que há em si, ah, essa sim, pode curar qualquer mal."; 19/10/2011.
"Toda escolha vai além do querer."; 18/10/2011.
"A renúncia é a certeza de que estou ocupando um lugar que não é meu."; 17/10/2011.
"Segredos alem-mar. O horizonte revela doces confrontos de um intrigante amor de primavera."; 16/10/2011.
"Enquanto as folhas caíam, eu aprendia a voar
Era necessário fugir, correr riscos
Eu ia além do azul daquele oceano, descobri que era um lago
Ganhei o mundo, mas, aos poucos, perdi
Não posso esquecer, não posso falar
Mas ainda tenho tempo para reencontrar todos aqueles sonhos de criança,
Que em qualquer mundo eu abandonei,
Um mundo que não me abandonará jamais."; 11/10/2011.
"Uma vírgula mal colocada e as percepções inimagináveis dizem "olá". Assim caminha a humanidade..."; 09/10/2011.
"Esperança... ruim é depender de você, feliz é reinventar-me em você, só não posso viver por você..."; 08/10/2011.
"Ninguém pode apagar um fato, mas eu vou me apagar eternamente de todas as memórias que me levaram a este."; 06/10/2011.
"Persiste. A vida também, ainda."; 06/10/2011.
"Os fantasmas estão indo, dando lugar à talante de uma vida que ainda não começou..."; 02/10/2011.
Me surpreendi... não achei que eu "filosofasse" tanto! Por descuido só consegui recuperar estes, que venham as próximas explosões de sentimentos! Happy Night Saturday :)
"Essas ironias que molduram os meus sonhos são como os pássaros que voam sem destino, mas procurando sempre um motivo; talvez o amor também seja assim!"; sábado, 26/11/2011.
"Foi essa solidão interminável e dolorosa que me deu coragem para resistir aos erros cujo destino me submete; venci, mais que a mim."; quinta-feira, 24/11/2011.
"Doce e ingênua dissimulação, adquiriu-me ao horizonte, ironizando os passos que nos unia..."; quarta-feira, 23/11/2011.
"Não há latifúndio que resista ao imperecível homem de máscara branca."; 18/11/2011.
"Eu sabia que não deveria esperar.
De novo, mais uma vez; foi-se.
Nascerá um novo dia, os pássaros me acordarão
E aquela vida, longe e sorrateira, estará bem perto, oferecendo a mim o primeiro brinde!
Au revoir!"; 02/11/2011
"A maneira do querer é a impossibilidade do obter."; 01/11/2011.
"Encontrei uma elegante maneira de ser covarde."; 27/10/2011.
"Abstinência de controle mental; enlouqueci."; 25/10/2011.
"A noite é uma possibilidade repleta de limitações."; 21/10/2011.
"Arquitetar minhas memórias póstumas será meu sol de verão nesta primavera."; 21/10/2011.
"Uma contação de histórias eleva a alma, faz descobrir o lindo interior que brotou de um distúrbio. Quem abre feridas não tem a mínima responsabilidade em anestesiá-la, mas o olhar esperançoso da criança que há em si, ah, essa sim, pode curar qualquer mal."; 19/10/2011.
"Toda escolha vai além do querer."; 18/10/2011.
"A renúncia é a certeza de que estou ocupando um lugar que não é meu."; 17/10/2011.
"Segredos alem-mar. O horizonte revela doces confrontos de um intrigante amor de primavera."; 16/10/2011.
"Enquanto as folhas caíam, eu aprendia a voar
Era necessário fugir, correr riscos
Eu ia além do azul daquele oceano, descobri que era um lago
Ganhei o mundo, mas, aos poucos, perdi
Não posso esquecer, não posso falar
Mas ainda tenho tempo para reencontrar todos aqueles sonhos de criança,
Que em qualquer mundo eu abandonei,
Um mundo que não me abandonará jamais."; 11/10/2011.
"Uma vírgula mal colocada e as percepções inimagináveis dizem "olá". Assim caminha a humanidade..."; 09/10/2011.
"Esperança... ruim é depender de você, feliz é reinventar-me em você, só não posso viver por você..."; 08/10/2011.
"Ninguém pode apagar um fato, mas eu vou me apagar eternamente de todas as memórias que me levaram a este."; 06/10/2011.
"Persiste. A vida também, ainda."; 06/10/2011.
"Os fantasmas estão indo, dando lugar à talante de uma vida que ainda não começou..."; 02/10/2011.
Me surpreendi... não achei que eu "filosofasse" tanto! Por descuido só consegui recuperar estes, que venham as próximas explosões de sentimentos! Happy Night Saturday :)
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Capitu
Adquiriu-me a síndrome de Brás Cubas, aquele que suas próprias memórias póstumas o consumiu. Sinto-me Capitu, julgada por sua doce e esperançosa dissimulação, ambígua.
Orgulha-me a ingenuidade de minha vivência, desonra-me mágoas que acompanham cada passo do horizonte.
A mais marcante descrição que me fora feita foi: és garoto que, independente do interno, fazia do externo uma interminável alegria, fonte de riso, és sincero com a vida; contraste. Contraste porque devo confesar, fazia-me preocupado em transmitir firmeza e estabilidade, tanto que esquecia de mantê-las em mim.
Aprendi que a superioridade que tanto exaspero aos ventos é o caminho indubitável e de consumação da falha, o fracasso.
O legado de minha miséria é este: tão rico como as flores dos campos onde escrevo estes textos, sem o pudor de fazê-los compreensíveis, com a ousadia de fazê-lo livre.
Orgulha-me a ingenuidade de minha vivência, desonra-me mágoas que acompanham cada passo do horizonte.
A mais marcante descrição que me fora feita foi: és garoto que, independente do interno, fazia do externo uma interminável alegria, fonte de riso, és sincero com a vida; contraste. Contraste porque devo confesar, fazia-me preocupado em transmitir firmeza e estabilidade, tanto que esquecia de mantê-las em mim.
Aprendi que a superioridade que tanto exaspero aos ventos é o caminho indubitável e de consumação da falha, o fracasso.
O legado de minha miséria é este: tão rico como as flores dos campos onde escrevo estes textos, sem o pudor de fazê-los compreensíveis, com a ousadia de fazê-lo livre.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Côncavo
Jaz o amor, fortaleza
Da latitude perdida, encontro
Dos versos que compunha, desabafo
De vida, incoerência
Ainda que não possa controlar,
Descobri o quão é encarar
Ilusão é bohemia,
De ti, apenas um coração-bijouteria
Cá estou em chamas,
Cá estou em alternâncias
Dessa viva só quero levar
A água... a água que te reflete e titubeia te apagar.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Review
Baqueei. Acho que só faço escrever aqui quando estou no fim.
Nesses quinze dias de ausência, tantos foram os acontecimentos, alguns bons, mas indubitavelmente eu não gosto de dividir meus bons fluídos; egoísmo daquele que nada tem para dividir.
Há pouco, cá com os meus botões, estava a refletir minhas mutações.
Um desleixo levado pela audácia, sucumbiu-me. Essa vida é tão irônica que me faz rir de tragédias, cousa esta que não nego, talvez eu goste de ironias, tal qual nunca vontade é bastante para mudar.
Se hoje eu explano abatimento, exaspero dissimuladamente qualquer reação.
Quem é capaz de conviver com instabilidade? Quem é capaz de viver num corpo, numa mente, numa vida, fora da sua? Aliás, de quem é este corpo que habito? Eis a pergunta de um milhão de dólares.
Antes que me condene, devo dizer que estou prestes a assumir à irresponsável responsabilidade de ser adulto.
Vivo um platonismo de verão, ainda que primavera. Espero que não chateie, estou intrigado, quero instigar e curiar, como uma criança que engatinha, mas por minha própria incapacidade, eminente, tudo é demais para mim, não sei onde vamos, ou até onde poderei, a vista que uma barreira, intransponível, permita instalar-se em meu caminho.
É difícil falar de amor quando ainda não te cures de um rancor presente Por que, então, insistir? Faz-me bem pensar apenas que estou dando-lhe o que, reciprocamente, me dás.
Acho que as relevâncias acabam por aqui; Até!
Nesses quinze dias de ausência, tantos foram os acontecimentos, alguns bons, mas indubitavelmente eu não gosto de dividir meus bons fluídos; egoísmo daquele que nada tem para dividir.
Há pouco, cá com os meus botões, estava a refletir minhas mutações.
Um desleixo levado pela audácia, sucumbiu-me. Essa vida é tão irônica que me faz rir de tragédias, cousa esta que não nego, talvez eu goste de ironias, tal qual nunca vontade é bastante para mudar.
Se hoje eu explano abatimento, exaspero dissimuladamente qualquer reação.
Quem é capaz de conviver com instabilidade? Quem é capaz de viver num corpo, numa mente, numa vida, fora da sua? Aliás, de quem é este corpo que habito? Eis a pergunta de um milhão de dólares.
Antes que me condene, devo dizer que estou prestes a assumir à irresponsável responsabilidade de ser adulto.
Vivo um platonismo de verão, ainda que primavera. Espero que não chateie, estou intrigado, quero instigar e curiar, como uma criança que engatinha, mas por minha própria incapacidade, eminente, tudo é demais para mim, não sei onde vamos, ou até onde poderei, a vista que uma barreira, intransponível, permita instalar-se em meu caminho.
É difícil falar de amor quando ainda não te cures de um rancor presente Por que, então, insistir? Faz-me bem pensar apenas que estou dando-lhe o que, reciprocamente, me dás.
Acho que as relevâncias acabam por aqui; Até!
terça-feira, 25 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Basta
Eu nunca acreditei que seria capaz de tomar uma decisão que fosse contra o meu instinto de querer. Eu nunca acreditei que pudesse renunciar a um amor, mesmo único.
Hoje consigo entender as questões que me assolaram durante todo o trajeto dessa jornada, e as respostas serão fundamentais para que eu não recaia. A vida é ironica, parece zombar de cada percalço estendido em tristes noites de vagas lembranças; inevitável.
Exigir o amor de alguém é como limitar-se a viver consigo mesmo, irredutível e implacavelmente servo de seu próprio egoísmo. Os meses passarão e talvez na próxima primavera eu já não esteja nesta fábula para contar um dramático epílogo que se desenha, ou simplesmente tenha superado a ideia fixa de que o amor é uma doce ilusão que destila-se em veneno, um veneno que não me deseja.
Deixarei enclausurado este passado, como senão pudesse existir, ainda que seja esta uma decisão dolorosa, não será ela maior que a vontade de tê-lo um dia, novamente, mesmo que não em meus braços e sim, em minha memória.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Constância
É fato que vivemos num eterno processo de aprendizagem, mas a colocação dessas situações em nosso cotidiano é absolutamente cruel. A esmagadora maioria atravessa essa ponte após um terremoto de acidez que parece consumir, mas não a pele, a alma. Isto é dor, sofrimento, perda.
Pergunto-me a magnitude de viver nesse ciclo, estando hoje realizado e, amanhã, inconsolável. Da minha impureza, nasce o inocente desafio de mudar o que está escrito. Maktube.
Quem dera pudesse mensurar quanto vale o amanhã. Quero estar sóbrio quando deixar esse mundo, já me bastou a insanidade de ter vivido nele.
Boa tarde a todos :)
Pergunto-me a magnitude de viver nesse ciclo, estando hoje realizado e, amanhã, inconsolável. Da minha impureza, nasce o inocente desafio de mudar o que está escrito. Maktube.
Quem dera pudesse mensurar quanto vale o amanhã. Quero estar sóbrio quando deixar esse mundo, já me bastou a insanidade de ter vivido nele.
Boa tarde a todos :)
(In)definições
Turbulência. Medo. Transtorno.
Tudo o que posso ver, do pouco que consigo, é assustador. Pura escuridão.
Não sei lidar com esse sentimento, ou a falta dele, ou a simples incompreensão deste. Estou ausente em meu próprio corpo, procurando motivos infinitos para continuar uma caminhada que não deveria ter começado.
Desnorteado, estou sucumbindo a tudo o que ganhei, vivi, aproveitei, por um incabível fim.
Continuarei olhando insistentemente para o horizonte, aguardando o sol me iluminar.
Tudo o que posso ver, do pouco que consigo, é assustador. Pura escuridão.
Não sei lidar com esse sentimento, ou a falta dele, ou a simples incompreensão deste. Estou ausente em meu próprio corpo, procurando motivos infinitos para continuar uma caminhada que não deveria ter começado.
Desnorteado, estou sucumbindo a tudo o que ganhei, vivi, aproveitei, por um incabível fim.
Continuarei olhando insistentemente para o horizonte, aguardando o sol me iluminar.
Poema da meia-noite
Enquanto as folhas caíam, eu aprendia a voar
era necessário fugir, correr riscos
eu ia além do azul daquele oceano, descobri que era um lago
ganhei o mundo, mas, aos poucos, perdi
não posso esquecer, não posso falar
mas ainda tenho tempo para reencontrar todos aqueles sonhos de criança,
que em qualquer mundo eu abandonei,
um mundo que não me abandonará jamais.
Escrevi enquanto tentava entender os passos adiante que me levaram ao ponto de partida.
Fase difícil...
era necessário fugir, correr riscos
eu ia além do azul daquele oceano, descobri que era um lago
ganhei o mundo, mas, aos poucos, perdi
não posso esquecer, não posso falar
mas ainda tenho tempo para reencontrar todos aqueles sonhos de criança,
que em qualquer mundo eu abandonei,
um mundo que não me abandonará jamais.
Escrevi enquanto tentava entender os passos adiante que me levaram ao ponto de partida.
Fase difícil...
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
O Começo...
Sim, virgem. Inexplorado. Aqui começa uma exploração do meu eu até as minhas vertentes fora do meu eu. Somos todos virgens, mesmo que a impureza humana não nos faça, "teoricamente", assim.
Desventuras e aventuras me trarão de volta aqui, mas por enquanto é só.
Desventuras e aventuras me trarão de volta aqui, mas por enquanto é só.
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